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Com a palavra: @MRoficial

“Estou me repetindo por aqui… Então, olha só: 1. Datas do#NiveaVivaElis estão no meu site oficial (www.maria-rita.com); 2. A tour do “Elo” acabou em Dez2011; 3. Não, eu ainda não faço idéia de qual será “meu próximo projeto”. Acabei de montar o show mais difícil da minha vida, o qual só apresentei uma única vez. Não estou com um pingo de inspiração prum próximo, sabecumé? 4. O show de Recife será transmitido na internet!!! 5. Não sei ainda se farei DVD desse show… É muito complexo para mim. O objetivo desse show é relembrar/despertar a Elis, não vejo muito porque fazeras minhas versões sendo que as delas estão aí para todos – e, cá entre nós, são geniais e ÚNICAS! As melhores versões, são dela. E já me perdi nos pontos: não sei se estou no 6 ou 7! Hahahaha… Falei pracaramba… É isso. Espero ter ajudado…”
- via Twitter 26/03/12.
Hoje é dia de assistir Maria! VEM!
Nesta terça-feira, a partir das 21h, a prefeitura de Ponta Grossa vai transmitir o show da cantora Maria Rita na 22ª München, que será dentro do pavilhão.
Para acessar ao portal clique aqui.
Vídeos da apresentação em Mountreux | FFJM © 2011
Live at Auditorium Stravinski – Maria Rita is a Brazilian singer, daughter of famed pianist/arranger César Camargo Mariano and the late singer legend Elis Regina. Her first CD, Maria Rita, launched her career symbolically, with the single A Festa being written by Milton Nascimento, a singer-songwriter whose career was launched by Maria Rita’s mother. The CD went platinum and was a hit worldwide, making her an international star. In 2004, She won the Latin Grammy Awards for Best New Artist and in 2008, the one for Best Samba Album with Samba Meu. Fonte: Site oficial FFJM © 2011
+ Assista também: Caminho das Águas - MP3: Só de Você / Caminho das Águas
by Wesley M. Santos Agradecimentos: Jéssica Rodrigues
Maria Rita diz que produziu seu mais recente CD, ‘Elo’, entre o palco e o estúdio
Fonte: SARAIVA

Terra: Maria Rita se apresentou no Sonora Live
Maria Rita foi a convidada do Sonora Live desta sexta-feira (28). Ela cantou seus maiores sucessos e bateu um papo descontraído com Lorena Calábria e fãs, que assistiram a sua apresentação no estúdio e internautas que enviaram suas perguntas pelo site ou Twitter.
Assista:
Entrevistas / Pergunta da fã Camila
Tá Perdoado / Maria do Socorro
Foto: Edson Lopes Jr./Terra
Dentre o repertório, Maria Rita apresentou músicas do álbum Samba Meu (2007), algumas mais antigas, como Cara Valente, de Marcelo Camelo e Encontro e Despedidas, de Milton Nascimento e a nova música de trabalho Coração Abatucá, composição de Davi Moraes e Para Matar meu Coração, ambas do novo CD Elo.
A cantora ficou em turnê com Samba Meu por dois anos e meio. Ao sentir que tinha que parar, Maria Rita afirmou que chorou muito. “Senti uma angustia enorme, não queria encerrar, mas teve a necessidade, até por exigência dos contratantes, que estavam em busca de algo novo. Mas foi bem difícil”, diz. “Rodamos o Brasil todo com a turnê, fizemos shows internacionais, inclusive no Japão. E graças ao Samba Meu, acabei indo a lugares que não conhecia”.
Quando aceitou a ideia de encerrar a turnê, Maria Rita decidiu tirar no mínimo seis meses de férias, mas não durou todo esse tempo: “não aguentei e resolvi fazer outros shows, menores, com outros tipos de músicas. Mas não fiquei parada”.
Maria Rita afirmou que foi a primeira intérprete de uma música de Marcelo Camelo. Cara Valente só não entrou no álbum do cantor por que já tinha Cara Estranho. “Então para não ficar repetido ‘o cara’, ganhei a música”, diz, relembrando também, orgulhosa, que foi a escolhida por Milton Nascimento para interpretar a canção Encontros e Despedidas.
Influências e carreira
Fotos: Portal Maria Rita / M Vitória DiBonesso (Ver galeria completa)
A filha de Elis Regina disse que suas influências musicais vêm desde a década de 1970, principalmente da música negra americana. Maria Rita citou Jackson Five, Michael Jackson e Stevie Wonder como três de seus inspiradores.
Lorena Calábria lembrou que durante esses dez anos de carreira da cantora, ela demonstra que perdeu a timidez e mudou o visual: “você abandonou a rasteirinha e agora sobiu no salto”, brincou.
Questionada pela apresentadora se tem vontade de compor, Maria Rita afirmou que não se sente preparada: “ainda não tenho essa vontade. É um desafio. Uma amiga me disse que tinha uma melodia pronta e me ofereceu colocar a letra, falei para ela desistir porque não estou pronta para compor. Mas é uma cobrança muito grande”.
Um internauta perguntou quais mudanças a cantora sentiu interiormente desde o início da carreira até hoje. Maria Rita respondeu que está mais madura: “aprendi a lidar com minha insegurança e me solto mais no palco. Antes só pensava em ter mais responsabilidade, me apresentar corretamente. Mas hoje me solto, me divirto. Passei a ver a emoção das pessoas em relação a minha música”, concluiu.
A cantora se prepara para realizar um show em homenagem a sua mãe, mas que o tributo só deve acontecer em 2013: “tenho que me preparar para isso acontecer, mas não como cantora, e sim como filha. É um assunto que mexe com as minhas emoções”.
Maria Rita encerrou sua participação no Sonora Live com a música Coração em Desalinho, tema da abertura da novela Insensato Coração.
LP Elo – Nas lojas
Chega hoje na Livraria Cultura e na Saraiva o LP “Elo”.
LADO A
1. Conceiçao Dos Coqueiros
2. Santana
3. Perfeitamente
4. Coraçao A Batucar
5. Menino Do Rio
LADO B
6. Pra Matar Meu Coraçao
7. A Historia De Lilly Braum
8. Nem Um Dia
9. A Outra
10. So De Voce
Revista Época: “O samba é uma grande paixão minha”
Fonte: Revista Época / Foto: O Globo
A cantora diz, em resposta aos leitores de ÉPOCA, que pensa em fazer um novo trabalho dedicado ao ritmo. Ela afirma que seu objetivo, ao gravar uma canção, é tocar a alma do público
Quem é
Maria Rita Camargo Mariano, 34 anos, está lançando seu quarto CD, Elo. É filha da cantora Elis Regina (1945-1982) e do pianista César Camargo Mariano. Mãe de Antônio, de 7 anos.
O que fez
Lançou seu primeiro trabalho em 2003. O álbum e a cantora foram premiados em três categorias do Grammy Latino, entre elas a de revelação do ano. Seu segundo trabalho foi produzido pelo cantor Lenine, em 2005. Nos últimos três anos, apresentou-se com a turnê do CD Samba Meu em diversas cidades do Brasil e do mundo.
O que faz
Está em turnê do CD Elo, na qual canta, além de canções inéditas, músicas como “Só de você”(Rita Lee), “Menino do Rio” (Caetano Veloso) e a “História de Lily Braun” (Chico Buarque e Edu Lobo). O show passa, no mês de outubro, por São Paulo (Projeto Sons da Nova, dia 19), Campo Grande (21) e Dourados (22).
Você esteve em contato com os autores ou com algum intérprete das músicas do Elo? A opinião deles influencia no modo como você grava as canções?
Nikole Lima, Campinas-SP
Maria Rita – Não. Quando eu entro em estúdio, eu fico muito mais reclusa do que normalmente sou. Fico bastante concentrada, focada no processo todo e também nas minhas sensações e intuições.
Como você escolhe seu repertório? O que uma canção precisa ter para que você decida gravá-la ou cantá-la em um show?
Paulo André Pelegrino – São Paulo/SP
Maria Rita – A canção precisa me tocar de alguma maneira. Seja a melodia, seja a letra, seja uma sensação, seja uma imagem. O objetivo é tocar a alma, e eu só posso fazer isso se eu estiver realmente envolvida com a canção.
Há alguma relação profissional (diga-se artística, do ponto de vista da concepção, arranjos, ideias) com o teu irmão, João Marcello, a quem dedica este novo trabalho?
Fredson Carneiro – Salvador/BA
Maria Rita – Não. O João Marcello respeita imensamente o meu processo artístico, sabe que tenho esse foco. A minha relação profissional com ele é intensa fora do estúdio, pensando decisões do dia a dia.
Você tem a intenção de lançar um segundo volume do CD Samba Meu?
Graziela Roberta Costa – Petrópolis – RJ
Maria Rita – Um Samba Meu – Vol II jamais gravaria. Parece que banalizaria o Samba Meu. Faria, sim, um novo disco de samba, afinal, sabe-se bem, é uma grande paixão minha.
Você já cantou ao lado de nomes como Gilberto Gil, Gal Costa, Pablo Milanés, Milton Nascimento, Dona Ivone Lara. Algum desses encontros a marcou mais? Com quem gostaria de fazer um dueto?
Amanda Costa Pereira – Natal/RN
Maria Rita - Todos são absurdamente emocionantes, cada um com seu momento, sua história. Seria como escolher um filho preferido! Porém, confesso que me surpreendi com Pablo Milanés, com a força dele, e com o grau de emoção que eu senti. Eu tremia horrores quando desci do palco. E senti que podia ir pro céu depois de ter cantado com Mercedes Sosa.
Gostaria de saber qual é a sua opinião e posição quanto aos sites, blogs, Twitter e afins que a galera cria em homenagem a você? Você os acompanha? Como é para você saber que uma pessoa se dedica (muitas vezes sem poder, ou às escondidas no serviço) a manter esses locais de informações on line sempre atualizados?
Janaina Maria Bueno – Socorro/SP
Maria Rita – Eu acho incrível. Mesmo. Não acompanho como eu gostaria, já que a demanda diária da pessoa física e jurídica é intensa! (risos). Essa dedicação me toca, principalmente por ser gratuita, ainda mais porque nunca tive essa relação com ídolo algum. Saber que minha arte toca o outro é a confirmação do dever cumprido.
Perdeu? Assista aqui Maria Rita cozinhando no Estrelas, com Angélica
A cantora prepara um delicioso prato (risoto de funghi) e bate papo com a apresentadora. Maria Rita presenteou a apresentadora com uma edição de colecionador do seu novo disco, o Vinil de “Elo”.
RECEITA | Fonte: Globo.com
INGREDIENTES DO RISOTO DE COGUMELOS:
- Vinte gramas de cogumelos secos (tipo funghi)
- Duas xícaras de chá de arroz tipo arbóreo
- Quatro colheres de sopa de manteiga sem sal
- Duas colheres de sopa de cebola picada
- Meia xícara de chá de vinho branco seco
- Um litro de caldo de carne ou galinha
- Cinquenta gramas de parmesão ralado
- Sal
PASSO A PASSO DA RECEITA:
- Lave bem os cogumelos e coloque de molho por trinta minutos em uma xícara de água fervente.
- Depois, escorra e reserve o líquido (água).
- Corte os cogumelos.
- Agora, coloque metade da manteiga e a cebola picada em uma panela larga.
- Leve ao fogo e refogue até que a cebola fique transparente.
- Coloque o arroz na panela, misture bem para envolver todos os grãos na manteiga
- Acrescente os cogumelos picados e refogue por mais um minuto.
- É agora, a gente rega com o vinho branco, deixa absorver e acrescente a água reservada antes (dos cogumelos).
- Depois, regue com o caldo (de carne ou galinha), concha a concha, misturando constantemente até o arroz ficar al dente, (aproximadamente 18 minutos).
- Temperar com um pouco de sal.
- Apagar o fogo, acrescentar o parmesão e a manteiga restante. Misturar bem, tampar a panela e deixar descansar por apenas 5 minutos.
Estadão: Nem toda feiticeira é corcunda, nem toda brasileira é bunda
Fonte: Estadão, por Luiz Carlos Miele
No momento em que a indústria do disco passa por uma reconhecida crise, chega para a divulgação um luxuoso lançamento do novo trabalho de Maria Rita. CD, vinil e pen drive… É como se a gravadora perguntasse a Maria: “Como é que você quer o lançamento?”. E ela respondesse: “Quero tudo a que tenho direito.” E é assim, teimosa e atrevida como sempre, que ela traz seu novo trabalho, com certeza na contramão do compositor que escreveu “essa é pra tocar no rádio” – isso pelo menos na primeira faixa, a linda Conceição dos Coqueiros, onde ela não faz a mínima questão de apresentar uma canção de abertura de disco de apelo fácil e comercial.
Às vezes a interpretação parece trazer uma certa raiva, como a cobrar do público que ouça um tipo de música de resistência e qualidade estranho ao panorama atual. E ela consegue isso do seu séquito fiel de admiradores que lhe garante essa liberdade de mostrar mais um trabalho de garimpagem musical ao lado de seus inseparáveis Tiago Costa, Cuca Teixeira e Silvinho Mazzuca (quem mais grava com piano, baixo e bateria?). Não sou um crítico isento para analisar o trabalho de Maria Rita (ave Elis). Não fui vê-la no bar Supremo, onde pisou os primeiros degraus, e só estive na estreia do Canecão quando seu proprietário, o Mario Priolli, devoto como eu da mãe, depois de assistir aos ensaios da filha (e portanto já refém do clã), me ligou: “Italiano, vem pra cá pra minha mesa que eu não estou a fim de chorar sozinho”. Ao vê-la, já surpreendentemente senhora do primeiro grande espaço em que pisava, afinada com o sucesso, sensual, de calça e dando o maior pé.
Hoje, ela assina sua carreira: “Produzido por MR” (quem consegue dirigir Maria Rita?). Mãe de Antonio, em que já desconfia a tendência para a bênção ou maldição da carreira, é para ele que lembra o conselho do pai, o grande Cesar Camargo Mariano: “Vai ser feliz”. E agora, com o novo disco Elo, título que vem da letra da música de Djavan “amarelo-elo-lindo”, tem como sempre novos desafios, as releituras de Menino do Rio para lembrar a Baby que ela ouvia quando pouco mais que bebê, e tem a História de Lilly Braun do Chico Buarque e Edu Lobo. Espero que um dia ela também se apaixone por Futuros Amantes e grave também mais essa obra prima do Buarque. Tem o sucesso da novela, Insensato Coração, que não faz mal a ninguém, e tem novamente a cumplicidade com Roberto de Carvalho e Rita Lee em Só de Você. Afinal, como cantam as Ritas: ‘Nem toda feiticeira é corcunda, nem toda brasileira é bunda’.




















