Vai Vai 2015 | ‘A figura da minha mãe está viva’

19 de fevereiro de 2015 Deixe um comentário

Fonte: G1

A cantora Maria Rita, filha de Elis Regina, canta chamando o público no desfile da Vai Vai, que homenageia sua mãe (Foto: Flavio Moraes/G1)

A cantora Maria Rita disse que a vitória da Vai-Vai consagrou a emoção que a figura de Elis Regina, mãe dela, causa nas pessoas.  “Estou muito emocionada. Mais de 30 anos depois que ela se foi a figura da minha mãe está viva emocionando as pessoas”, afirmou Maria Rita em entrevista à GloboNews.

Assim que a vitória da Vai-Vai foi confirmada, Maria Rita postou no microblog do Twitter a mensagem “Não tô acreditando.”

“Eu me entreguei ao máximo com o pessoal da comissão de frente”, disse Maria Rita, que passou mal após a apresentação no sambódromo do Anhembi. Estou emocionada e orgulhosa desse título e com o comprometimento e a paixão das pessoas pela escola.”

Maria Rita disse que foi aos ensaios técnicos e procurou se envolver com a preparação para o desfile. Ela também saiu na Portela, no Carnaval do Rio, que é apontada como uma das favoritas ao título do carnaval carioca. “Já pensou se as duas escolas que eu desfilei ganham?”

Os outros dois filhos de Elis Regina, os músicos João Marcelo Bôscoli e Pedro Camargo Mariano, também participaram do desfile da Vai-Vai. Pedro Mariano foi à festa da Vai-Vai comemorar o título. “Foi a coroação de um ano de trabalho reapresentando a Elis à comunidade”, disse o músico. “Agradeço o respeito e o carinho que a escola teve com o tema. Não teve desfecho maior. A Elis é muito pé-quente.”

Vai-Vai 2015: isto não é uma biografia, é um desfile

19 de fevereiro de 2015 Deixe um comentário

Texto do blog da jornalista Alessandra Alves | Leia aqui

Vai-Vai arquibancada

É um pequeno milagre que eu seja comentarista de rádio já há alguns anos. O rádio é a agilidade em forma de veículo de comunicação, o aqui-e-agora mais radical da mídia. Foi ao ar, já era. Não tem tecla de backspace, não tem como apagar. E não me sinto incomodada em “ler” uma corrida de Fórmula 1 enquanto ela acontece, na minha frente, tentando desvendar algo que possa ter passado despercebido para os ouvintes. Se eu tivesse que fazer essa mesma leitura de outras coisas, acho que ficaria muda diante do microfone, abestada. Isso vale para as artes, por exemplo. Dificilmente consigo sair do cinema ou de um espetáculo com a ideia formada sobre tudo que vi, ouvi e percebi. Preciso digerir essa sopa de sensações para extrair algo que faça sentido para outras pessoas.

Aconteceu isso neste Carnaval, quando fui a um desfile de escolas de samba pela primeira vez. Sempre adorei desfiles e via tudo que fosse possível pela TV. Desde criança, tinha minha preferência por uma escola em São Paulo (Vai-Vai, a escola alvinegra da Bela Vista, bairro onde nasci) e Mangueira (a verde-rosa que me encantou por influência da minha prima Debora e que, depois, me fisgou de vez com o enredo sobre Carlos Drummond de Andrade).

Mas nunca tinha tido oportunidade de ir à avenida, por falta de companhia, de atitude, pura bundamolice mesmo. No ano passado, quando soube que o Vai-Vai homenagearia Elis Regina, no ano em que ela completaria 70 anos, enfiei na cabeça que estaria no Sambódromo do Anhembi desta vez. A ideia, primeiro, era desfilar. Mas fui adiando minha ida à quadra da escola, mesmo depois de encontrar casualmente o presidente de honra, Tobias, e ser estimulada por ele a fazer parte da festa. De novo, a falta de atitude, que a essa altura eu já reconheço. Foi a mesma que quase me fez perder o espetáculo “Elis, a musical”. Não é só bundamolice, é instinto de preservação: sei que qualquer coisa que se relacione a Elis Regina vai me emocionar de forma irremediável. Acho que fujo dessa fragilidade que a emoção me impõe.

Mas, felizmente, sobrepõe-se o medo do arrependimento. Do mesmo jeito que não admiti perder “Elis, a musical”, fui ao Anhembi no dia do desfile e fiquei quase duas horas na fila. Saí de lá com o ingresso e, enfim, assisti a um desfile de escola de samba.

Não tenho competência para julgar os quesitos que compõem as notas das escolas, mas os anos de desfiles pela TV me deram algumas pistas. Das escolas da segunda noite, na qual o Vai-Vai se apresentou, achei a Mocidade Alegre favorita. Lindas fantasias, carros majestosos, alas coreografadas, e um nome de peso no enredo – a atriz Marília Pera. Um desfile “correto”, mas que esteve muito distante de empolgar a plateia como fizera a Gaviões da Fiel, ainda no início da noite.

Mais incapacitada ainda eu me encontrava para julgar o Vai-Vai, pela ligação emocional que tenho com tudo que se relacione a Elis Regina. Achei um espacinho na grade e lá me plantei, desde o fim do desfile anterior, da Acadêmicos do Tatuapé, que veio com um samba magnífico, sobre o ouro.

Maria Rita no Vai-Vai 2015

Chega a hora do Vai-Vai e ouço “Elis Regina” à capela, cantando um trecho de Maria, Maria, de Milton Nascimento e Fernando Brant. Havia informações desencontradas se esse canto à capela seria feito pela filha de Elis, Maria Rita. Na hora, pareceu que se tratava da própria Elis gravada, mas depois eu soube que a dona da voz era a cantora Didi Gomes, de timbre idêntico ao da homenageada. Assim que começou a soar o samba-enredo do Vai-Vai, o Sambódromo entrou em estado de comoção.

As bandeirinhas com o nome do enredo e uma foto de Elis, distribuídas antes do desfile, eram agitadas freneticamente. E o público cantava o samba inteiro. Marotamente, os compositores se apropriaram do refrão de “Maria Maria” e o mestre de bateria integrou-o a uma paradinha estratégica. Resultado: o Sambódromo cantava o “aê-âe-aá-ê” praticamente em uníssono. Eu achava que iria chorar ao longo da homenagem, mas comecei antes que a comissão de frente chegasse ao meu setor.

Maria Rita não cantou à capela. Fazia parte da comissão de frente, abrindo a escola. Estava emocionada, muito. Nunca vou deixar de me comover com essa relação entre as duas. Meu pai morreu quando eu tinha 30 anos. Era uma pessoa querida por muita gente. Não é raro que alguém se manifeste ainda hoje sobre a falta que ele faz. Nunca deixou de ser sofrido ouvir esses relatos, e ele não era nenhuma celebridade. Não consigo imaginar como deve ser reagir ao bombardeio de mídia e público, praticamente incessante nos últimos 33 anos, sobre a falta que Elis faz. E, no caso de Maria Rita, primeiro a cobrança para que ela cantasse. Depois, a comparação. É preciso ter força, é preciso ter raça para enfrentar isso, em público, ao vivo, e ainda fazendo o abre alas para a escola.

De tanto ler sobre os preparativos, eu sabia que o Vai-Vai não viria com um desfile linear, histórico. Não iria contar a vida e obra de Elis, mas mergulhar no universo de algumas de suas canções mais famosas. E ali estavam as Nossas Senhoras Aparecidas de “Romaria”, as redes e os peixes de “Arrastão”, o coração flechado de “Tiro ao Álvaro”. E estava também a ala infantil, graciosamente fantasiada de pimentinhas, evocando o apelido de Elis.

Vai Vai JMB Pedro

Koão Marcello Bôscoli (à esquerda) e Pedro Mariano (à direita), filhos de Elis

Algumas fantasias eu não sabia explicar, como não soube explicar muito bem a homenagem descomunal a Jair Rodrigues – um parceiro importante, mas não mais relevante para a obra de Elis que, por exemplo, César Camargo Mariano, João Bosco e Aldir Blanc, Milton Nascimento, Ivan Lins. Como no espetáculo “Elis, a musical”, achei exagerada a referência hippie que se tenta colar nela. Elis não foi símbolo da contracultura, como talvez Gal Costa tenha encarnado mais, ambas muito menos que a turma dos Novos Baianos. E entendi menos ainda o carro alegórico que fazia referência à ditadura e à censura, com uma escultura sorridente de Elis que foi definida por alguns fãs, ali mesmo e nos dias seguintes, como mais semelhante a Silvio Santos ou ao Senhor Spock.

Mas, que diabos, por que eu precisava entender para gostar?

Logo me lembrei da cena atribuída ao pintor Matisse, questionado por uma senhora sobre as formas de uma figura humana em um de seus quadros. Teria dito a madame: “isso não é uma mulher!” Ao que o artista respondeu: “isso não é mesmo uma mulher, é um quadro.”

Ora, por que me importar com imprecisões históricas ou leituras enviesadas se a sensação, afinal, era tão arrebatadora? Afinal, o sambódromo do Anhembi estava em êxtase. A escola já tinha passado e as bandeiras continuavam se agitando, e a arquibancada continuava cantando o samba. Escrevendo dias depois do desfile e com o Vai-Vai campeão, tenho a forte sensação de que essa comoção influenciou as notas. Se eu questionasse os carnavalescos sobre essa minha tola estranheza, eles com razão poderiam me dizer: “isto não é uma biografia, é um desfile”.

Além de Maria Rita, os outros filhos de Elis – João Marcello Bôscoli e Pedro Mariano – também desfilaram. Os três já têm mais idade do que Elis tinha, quando morreu. Naquela passarela do samba, tenho a impressão de que metade do público emocionou-se por ver homenageada uma artista que marcou sua vida e cuja morte ficou no imaginário como um dos maiores lutos do povo brasileiro.

A outra metade provavelmente não conheceu Elis em vida, mas tem aqui e ali alguma referência de sua obra. Muito desse reconhecimento vem do mito que se formou em torno dela. Mas muito está relacionado ao trabalho da família em mantê-la viva na cultura nacional. O que o Vai-Vai fez alinha-se a esta missão de preservar Elis viva. “Cantora igual jamais se ouviu”, diz o samba. Mas podemos continuar ouvindo, para sempre. Obrigada, Vai-Vai.

Vai-Vai faz desfile de arrepiar em homenagem a Elis Regina

16 de fevereiro de 2015 Deixe um comentário

maria rita carnaval 2015

Fonte: Band

Já passava das 6h da manhã quando a Vai-Vai encerrou seu desfile no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo.

Com um enredo sobre Elis Regina, que completaria 70 anos em 2015, a agremiação confirmou mais uma vez seu favoritismo com um desfile emocionante.

Maria Rita, filha da homenageada, não conseguiu conter a emoção. “Estava trabalhando muito forte para não chorar, mas é difícil por todo o respeito e carinho que as pessoas têm por essa mulher que fez história”, declarou à BandNews FM com a voz embargada.

O desfile contou com a vibração intensa da arquibancada, que parecia ter acordado naquele momento. “A escola veio muito bem vestida, bem colorida, realmente diferente dos outros anos. Tirando a parte do polêmico refrão [inserido com a voz de Elis], acho que a Vai-Vai está irretocável”, elogiou Ronald Gimenez, comentarista da BandNews FM.

Jairzinho e Luciana Mello vieram no carro que representava Jair Rodrigues, que morreu em 2014 e foi um dos grandes parceiros do Elis.

Apesar de ter contagiado o Anhembi, o comentarista Bruno Filippo não acredita na vitória da tradicional agremiação. “Foi um desfile que pegou na veia e realmente emocionou, mas acho que ela não disputa diretamente com a Rosas de Ouro e com a Mocidade por causa das alegorias. Tirando o carro abre-alas imenso, que causou impacto, os demais carros tiveram linhas retas, sem muito requinte ou luxo”, avaliou.

Já no finalzinho do desfile, Maria Rita se sentiu mal e teve de ser atendida em uma ambulância. Pouco tempo depois, ela retornou à Avenida para continuar acompanhando a escola.

A Vai-Vai encerrou o desfile com 62 minutos, três a menos do tempo limite.

Elis faria o contrário do que mandassem, diz filho

Elis Regina foi a grande homenageada pela Vai-Vai, sexta escola a desfilar no Anhembi, quase na manhã deste domingo. A cantora, que morreu em 1981, sempre foi muito ligada ao samba, e ficaria emocionada com o enredo, garante um dos filho de Elis, João Marcelo Bôscoli. Mas onde ela sairia: em um carro ou no chão?

“Ela desfilaria no lugar contrário ao que mandassem ela”, brinca Bôscoli, em referência ao perfil arredio da mãe.

“Se mandassem ela ir no chão, ela ia reclamar e pedir para desfilar no carro. E se falassem o contrário, com certeza ela ia querer sair no chão, junto dos outros componentes”, diverte-se o músico, dizendo que a homenagem, vindo de uma escola de São Paulo, e do bairro da Bela Vista, torna tudo ainda mais especial.

“Ela já foi homenageada pela Mocidade de Padre Miguel, do Rio, que é a ‘Mecca’ do samba. Mas ela era muito identificada com São Paulo. Ela dizia que a cidade era moderna desde 1922. Ver esse carinho transformado em desfile é mágico para mim. É uma relação de amor consolidada”, afirma Bôscoli, fez questão de elogiar o samba, considerado um dos melhores da safra.

“Fui aos ensaios e me perguntaram se podiam fazer a homenagem, a Elis é uma figura pública, nem precisavam de autorização. Eu soube então do concurso de sambas. Me contaram que não é comum um samba ser cantado desde novembro, como foi esse. A letra amarra bem as músicas da Elis. E ainda tem a sacada do refrão do Milton (Nascimento; de “Maria, Maria”), que cria uma ponte automática do público com a escola”, diz.

De fato, o samba foi um dos mais cantados de todos os desfiles, e fez a escola rivalizar com as agremiações oriundas de torcidas organizadas em matéria de comoção popular.

Bôscoli ainda lembrou da ligação de Elis com o bairro que abriga a escola. “Foi onde ela gravou o trabalho com o Adoniran (Barbosa) e tinha o açougue do Bassi, que segundo ela, gaúcha, era o único paulista que sabia fazer churrasco”, recordou.

Vai-Vai: Escola emociona com história de Elis Regina e participação de Maria Rita

15 de fevereiro de 2015 Deixe um comentário

Fonte: UOL

Maria Rita no Vai-Vai 2015

Com uma homenagem à cantora Elis Regina, a Vai-Vai foi a penúltima escola a desfilar na madrugada deste domingo (15). A escola do Bixiga, do centro de São Paulo, entrou no Anhembi às 5h07, mostrando toda a obra da artista, que morreu em 1982.

Mesmo rivalizando com a Gaviões da Fiel, escola com grande torcida, a Vai-Vai foi a agremiação que mais levantou o público nesta madrugada, desde a concentração, onde o samba –que trazia trecho da canção “Maria Maria”, de Milton Nascimento– já era cantado com força.

Passistas entravam na avenida emocionados, chorando, e os espectadores participaram ativamente, acenando bandeiras, cantando e usando máscaras com o rosto da homenageada. As alas mantiveram o ritmo durante o desfile, realizando uma coreografia durante o refrão. “Sabíamos que o samba ia emocionar, mas jurado não se baseia na comoção do público, e nós conseguimos cumprir todos os requisitos emocionalmente e tecnicamente”, disse o presidente da escola, Neguitão.

A cantora Maria Rita, filha de Elis, abriu o desfile junto com os puxadores cantando o enredo “Simplesmente Elis – A Fábula de Uma Voz na Transversal do Tempo”, antes de seguir para assumir a posição de mestre de cerimônias na comissão de frente. Muito abalada, ela sentiu-se mal ao fim do desfile. “Minha mãe é um ícone da cultura brasileira. Estou muito emocionada”, disse ela, antes de ser conduzida para uma ambulância.

Já mais calma, ela explicou a responsabilidade que sentiu. “Comissão de frente é muita responsabilidade, é diferente de um show meu, que é só meu. É a história da minha mãe, e qualquer vacilo poderia comprometer”, disse.

Os outros dois filhos de Elis, Pedro Camargo Mariano e João Marcelo Bôscoli também participaram do desfile, no terceiro carro. “Eu estava prevendo que seria forte, emocionante, mas não previ que fosse me divertir tanto. Deu vontade de descer do carro, voltar e fazer tudo de novo”, disse Pedro, após o desfile. Outro carro trazia uma grande alegoria representando Jair Rodrigues, amigo e parceiro da cantora, representado também por seus filhos, Jair Oliveira e Luciana Mello.

Elis era gaúcha, mas frequentava o bairro da Bela Vista, berço da Vai-Vai. A cantora, inclusive, gravou “Marambaia”, uma canção de Henrique Felipe da Costa, o Henricão, um dos fundadores da agremiação. A homenagem da escola lembrou a trajetória de Elis por meio das músicas, desde o início nos festivais aos grandes compositores que ela gravou.

Várias músicas da ‘Pimentinha’, como era apelidada, foram representadas pela escola nos carros e fantasias. O enredo relembrou também a amizade da cantora com Adoniran Barbosa.

Destaques

Com 90 metros de comprimento, o carro abre-alas da Vai-Vai apresentou pequenos problemas para se manter alinhado, mas os integrantes conseguiram conduzi-lo. A alegoria era dividida em quatro partes. Uma delas lembrou a música “Arrastão”, primeiro sucesso de Elis, em 1965. Muitos integrantes da escola ajudaram a empurrar o imenso carro.

Segundo o carnavalesco da Vai-Vai, André Marins, o abre-alas da escola é o maior carro alegórico que já passou pelo Anhembi. “As gigantes estruturas de homens montados em cavalos mostram a cavalgada dos pampas, representando a vinda desse furacão chamado Elis do Rio Grande do Sul para o Brasil e para o mundo.”

A apresentadora Ana Hickmann, musa da escola, voltou para a avenida depois de ter ficado afastada em 2014 por conta do nascimento de seu primeiro filho. Ao chegar no sambódromo, Ana conversou com a reportagem do UOL e disse que vai representar um dos sucessos de Elis. “Sempre adorei as músicas da Elis Regina e venho na avenida com uma fantasia que representa um dos grandes sucessos dela, ‘Vida de Bailarina’. Venho no abre-alas com salto baixo para fazer passos de balé”.

Com 14 títulos na folia paulista, a Vai-Vai é uma das mais tradicionais escolas de samba de São Paulo. Seu último título na elite do Carnaval paulistano, porém, foi em 2011 com o enredo “A música venceu!”. A escola também tenta espantar o mau desempenho de 2014, quando terminou em 9º lugar na classificação geral.

O desfile foi encerrado com folga, com integrantes gritando “É campeão!”.

Ficha Técnica: Vai-Vai
Fundação: 1 de janeiro de 1930
Cores oficiais: preto e branco
Presidente: Darly Silva (Neguitão)
Carnavalesco: Comissão de Carnaval
Enredo: “Simplesmente Elis – A fábula de uma voz na transversal do tempo”
Intérpretes: Márcio Alexandre e Gilsinho
Mestre de Bateria: Mestre Thadeu
Rainha de Bateria: Camila Silva
Mestre-sala e porta-bandeira: Pingo e Paulinha
Alas: 25
Componentes: 3.000

Maria Rita lança videoclipe ao vivo!

12 de fevereiro de 2015 Deixe um comentário

Assista:

Maria Rita - É corpo, é alma, é religião!

Agenda | Show em São Paulo acontece sábado (31) no Anhembi

30 de janeiro de 2015 Deixe um comentário

Fonte: Guia UOL

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Neste sábado (31), o Anhembi recebe os batuques da comemoração aos 85 anos da escola de samba Vai-Vai, com shows de Zeca Pagodinho e Maria Rita. Haverá ainda a presença da bateria Pegada de Macaco e da bateria Surdo Um, da Mangueira.

No repertório de Zeca estão clássicos do samba que fazem parte do DVD “Zeca Pagodinho – 30 Anos – Vida que Segue” como “O Sol Nascerá” (Cartola e Elton Medeiro), “Aquarela Brasileira” (Silas de Oliveira), “Judia de Mim”, “Maneiras”, “Samba Pras Moças”, “Vivo Isolado Mundo”, “Vai Vadiar”, entre outras.

A participação da cantora Maria Rita também está ligada ao samba-enredo da escola em 2015, “Simplesmente Elis, A Fábula de Uma Voz Na Transversal Do Tempo, uma homenagem à intérprete Elis Regina”.

Ainda há ingressos disponíveis à venda, que partem de R$ 100 (4º lote, promocional) e estão à venda através do sitewww.clubedoingresso.com/festadochopp.

Serviço
Festa do Chopp – Comemoração aos 85 anos da Vai Vai
Quando: 31 de janeiro, sábado, a partir das 23h
Onde:Pavilhão de Exposições do Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana
Quanto:
R$ 100 (4º Lote – Promocional Antecipado/Meia); R$ 150 (3º Lote – Camarote Promocional Antecipado); R$ 170 (3º Lote – Pista Premium Promocional Antecipado/Meia)
Vendas: http://www.clubedoingresso.com/festadochopp
Classificação: 18 anos
Maiores informações: (11) 2226-0400

Vai-Vai | Momentos da Maria Rita no segundo ensaio técnico da escola

30 de janeiro de 2015 Deixe um comentário

Maria Rita Vai vai 2015

Foto: Wesley Mesquita #SimplesmenteElis

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