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Elis Regina, por Maria Rita.

“Me emocionei ao ler os depoimentos de fãs. Impressionante como ela ainda vive em todos nós. Que assim seja, sempre! Ela merece – e, nós, MAIS DO QUE NUNCA, precisamos (dela).” via @MRoficial, 2012.

“Tem gente que chega com uma maldade danada pra falar desse assunto. Alto lá e mais respeito. O que eu já tive que ouvir por causa disso! (as pessoas perguntam) ‘Quem ela pensa que ela é?’ Quem pensa que sou o quê? Não, eu não penso que sou, eu sou. Se estiver duvidando, pegue aí o meu RG!” A Dona do Jogo, Rolling Stone, 2011.

“Tudo que eu puder fazer para manter este nome, esta mulher incrível na memória das pessoas, eu vou fazer!”, Mais Você (TV Globo), 2011.

“A Elis é de todo mundo, mas a mãe é minha!” Coletiva Viva Elis (Nivea), 2011.

“Nunca incomodou, não tenho problema em ser filha da Elis Regina. O que me incomodava é a pressão que colocavam para eu continuar a fazer um trabalho dela. Sou no máximo a herdeira, está no RG. Só isso. Mas me colocarem como substituta. Aí dizem ‘Ah, ela não gosta de ser comparada à mãe’. E depois que eu tive filho, vejo o meu filho, vejo o que ele tem de mim, o que tem do pai dele, vejo o que ele tem dele mesmo. E principalmente eu compreendo a saudade que as pessoas têm da Elis. Eu compreendo de verdade. Eu sinto esta saudade também, de outra forma, mas eu sinto e compreendo o que era a Elis Regina, a cantora, a ativista política, uma mulher incrível.” Nem toda feiticeira é corcunda, nem toda brasileira é bunda, Estadão, 2011.

“Todo mundo cantando e eu ali, cantando junto! Era aquela confusão, uma alegria danada. Aí o papai pegou o violão… Fazia anos que eu não o via tocar violão, a última vez eu tinha uns 5, 6 anos. Aí ele falou: “Canta essa”. E começamos. Eu estava lá, cantando muito, de olhos fechados. Quando abri os olhos…   Era um funga pra cá, assoa o nariz pra lá, toma água com açúcar…  As pessoas ficavam chorando, chorando… Que coisa! Aos 17 anos eu não entendia Saí da sala gritando: “Ela morreu, não volta mais”. E bati a porta do quarto! Para mim era isso: as pessoas choravam porque se lembravam da minha mãe, que saco!” Conversa de Botequim, Living Alone, 2011.

“A agressividade das pessoas ao falar disso me chateia. Antes eu ouvia calada, mas hoje, com 10 anos de carreira, respondo à altura. Como assim vai me chamar de “imitadora oficial da Elis Regina”? Não imito ninguém, mas, se fosse o caso, só eu poderia imitá-la.” O Globo, 2011.

“Como é que eu vou encarar como peso ser filha de uma mulher que esteve lá na frente do tempo dela, que era uma ótima mãe, uma ótima cozinheira, uma excelente profissional, que era extremamente inteligente, envolvida politicamente, curiosa com a vida, não tem porque ser um peso. Esse termo é só para a imprensa ou para esse povo mal-humorado! Se ela tinha seus defeitos? Graças a Deus, né? Senão a gente ia achar estranho… Quem é muito legal demais a gente desconfia (gargalhadas!). É muito mais herança e orgulho do que peso.” Revista Uma, 2008.

“Tem um ser humano que escreve uma matéria e não assina a p**** da matéria. E isso e uma falta de respeito com o leitor! A imprensa são pessoas. Então, tem alguém responsável pelas merdas que saem na imprensa, sim! A palavra tem um poder muito forte, especialmente a imprensa. ‘Eu li’ é quase como se tivesse visto. Com esse poder, uma coisa é você falar que caiu uma árvore ali na (avenida) 9 de julho e provocou um transito terrível. Outra é falar da vida de alguém. Brincar com a índole e o caráter de uma pessoa. Levantar minha mãe pra me derrubar? (enjoada) Que feio! Família é coisa muito sagrada. É muito feio quando se metem nisso”. As Aparências Enganam, Revista Bizz, 2005.

“Tinha 4 anos, mas lembro dela com carinho. Muita coisa, a família conta. Ela cozinhava e lavava a louça em casa, não era um mito intocável. Sua diversão favorita era receber os amigos e cozinhar. Era uma excelente cozinheir… Lembro de uma história engraçada, em que um amigo foi elogiar o peixe que ela preparou, dizendo que era o melhor que tinha comido na vida. Ela respondeu: “É porque você ainda não me viu cantando!” Playboy, 2003.

“Uma vez, um moleque americano chegou dizendo que fazia 19 anos que minha mãe tinha falecido e 19 anos que ele tinha nascido. Aí, quando eu confirmei que era filha dela mesmo, ele ajoelhou e chorou, dizendo: ‘Sua mãe mudou minha vida, eu tô estudando música por causa dela’. Parece que ele teve uma babá brasileira, ou algo assim…” Revista MTV, 2002.

“ Ouço por saudade, porque eu preciso. Mas tem dias que eu prefiro não ouvir. Perdi a minha mãe para sempre. É para sempre a perda. É para sempre a dor. É para sempre a saudade. É para sempre o buraco, a falta. Ainda que eu tenha tido uma figura materna em casa, chegou um momento em que aquilo não me satisfazia mais. E vi que essa insatisfação ía durar a minha vida toda. É um buraco que não tem como ser preenchido.” Manter o legado é uma obrigação, Revista Época, 2002.

“Estou preparada. Houve os cinco anos sem Elis, os dez, os 15, os 20 e assim será. Minha mãe não morreu, ela continua!” Um Elo Que Não Se Rompe, Revista Época, 2002.

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  1. 19 de janeiro de 2012 às 12:55 pm

    Estamos na torcida para que essas homenagens sejam lindas e cheias de emoção.
    Só você poderia nos dar esse presente.
    Escrevi algo sobre Elis no meu blog. Deixo abaixo o link.
    Beijos

    http://beautifoolintentions.blogspot.com/2012/01/elis.html

  2. Manoel
    20 de janeiro de 2012 às 12:14 am

    Epero que voce cale a boca desses criticos quando subi no palco e cantar as musicas da sua mãe.

  3. Willian Vennan
    29 de janeiro de 2012 às 8:28 pm

    Não vejo a hora de te ver fazendo essa homenagem oficial à Cantora Elis e sua mãe. “nada mais será como antes” a partir de então. Bjussss. Te curto de Montão…

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