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CAB | Crítica: Uma Maria Rita com mais tarimba e jazz.

Em ‘Coração a batucar’, a cantora está de volta ao repertório, a alguns dos compositores e ao espírito geral de ‘Samba meu’

O Globo / SILVIO ESSINGER

RIO — Mais uma vez, aqui estou, não vou negar. A conexão de “Coração a batucar” com “Samba meu” é assumida logo nos primeiros versos do disco, na música “Meu samba, sim, senhor”. Maria Rita está de volta ao repertório, a alguns dos compositores (Arlindo Cruz, Serginho Meriti) e ao espírito geral daquele trabalho que a lançou nos braços do povo. Sua voz ilumina os sambas (de fina seleção) e, por vezes, se solta com gosto. Experiente e versátil, a cantora não tem lá muitas concorrentes.
 
O que impede o disco de ser um “Samba meu 2” é o tratamento jazzístico, mais para Joyce (autora, por sinal, de “No mistério do samba”) que para Alcione, dados os seus arranjos. Soa estranho, de cara, o piano de “Saco cheio”, partido alto imortalizado por Almir Guineto. Mas rapidamente vem a impressão de que “Coração a batucar” é um daqueles bons, embora meio sonoramente antiquados LPs da MPB dos anos 1970.
 
Cotação: Bom
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