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Sai do Chão | Confira 10 momentos do programa!

Maria Rita - Sai do Chão, TV Globo

Por Wesley Mesquita/PMR | Foto: Screenshot Gshow

No primeiro domingo do ano, (04/janeiro) Maria Rita apresentou na Rede Globo o programa “Sai do Chão”, com 1 hora de duração. A cantora mostrou sucessos de sua carreira como “O Homem Falou”, “Tá Perdoado”, “Maria do Socorro” e “Cara Valente”.

Maria Rita também convidou alguns amigos para cantar com ela, como Fundo de Quintal com “Coração e Desalinho” e “A Amizade”, Baby do Brasil com “Menino do Rio”, Marcelo D2 com “Não Deixe o Samba Morrer” e “Desabafo”, em que a cantora surpreendeu a todos com o agudo no refrão “Deixa! Deixa! Deixa eu dizer o que penso dessa vida, preciso demais desabafar!”, Sérgio Reis, com “Romaria”, “Coração de Papel” e “Pinga Ni Mim” e Demonios da Garoa com “Trem das Onze” e “Samba no Arnesto”.

Recentemente, o jornalista Mauro Ferreira escreveu que este ano, tendemos a ignorar os 70 anos de Elis, mas, 50 anos depois de Elis defender “Arrastão” na televisão, Maria Rita fechou o programa cantando a faixa, fazendo homenagem à mãe – mesmo que nervosa -, com direito as famosas braçadas, e arranjo mais próximo do original que na versão do CD/DVD/BR “Redescobrir”.

Ela podia ter cantado qualquer outra do “lado A” da Elis, que a gente sabe que ela daria conta do recado. Mas cantar Arrastão, na TV aberta, no horário que foi exibido, cantando com pedestal e tudo, significou muito. Fisgou altos peixes. E sim, provou que é possível ter mainstream de qualidade.

Ficou de fora da edição do programa o single “Rumo ao Infinito”, do CD Coração a Batucar, e a participação de Rodrigo Maranhão em “Caminho das Águas”. Mas o que interessa aqui são 10 momentos, na verdade… algumas falas da Maria Rita durante o programa. Confira!

DONA DO PALCO

Momentos antes do show eu viro bicho. Fico em transe. A sensação que eu tenho é que eu vou entrar ali pra uma batalha, sabe? Pra conquistar aquilo que está ali. Pra fazer valer e honrar aquilo que eu to fazendo, e honrar as pessoas que saíram de casa pra me ver. Tudo flui de uma forma descontrolada, mas em um ambiente seguro, digamos.

ROSANA!!!

2

Tô até tremendo, olha aqui!

FEITA DE SOMBRA E TANTA LUZ

3

O artista tem uma responsabilidade com o público. Tem as sombras. Tem que mostrar isso. Expor isso de alguma forma. Fico um pouco claustrofóbica com isso – tudo muito perfeitinho, limpinho, brilhando, branquinho. A gente não é assim, né? A gente acorda com sujeira no olho, cabelo bagunçado, tem que escovar os dentes, botar ordem na casa e na vida, né?

HAMSTER

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Eu detesto academia! É um trauma na minha vida. Eu me sinto um hamster. Juro pra você! Porque você entra, já vem aquele radar: a meia não combinou com o sapato… E tem essa pressão, né? Porque pra mulher não é só chegar na academia, estar acima do peso, e correr naquele negócio com todo mundo olhando, e pagando aquele mico! Você sua, fica com a bochecha vermelha… não é fofo. Academia? Mas não vou, NÃO VOU! E não vou com orgulho! Assumir que você tá imperfeita? Cara, eu sou virginiana, peraí! E ainda tem aquela pressão de ficar linda. Nêgo vai e fica duas horas e meia na academia por dia… Eu não tenho esse tempo não!

GOSTOSA!

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– Gostosa!

– Que assanhamento, garoto! Não to reclamando não, é só uma observação!

O SAMBA NASCEU EM MIM

6

Eu não sei de onde veio a minha relação com o samba nessa força. A emoção que eu sinto… Vem um negócio de dentro que me doma! Fico tomada.

DESABAFO (DEIXA, DEIXA, DEIXA!!!)

7

Bom pra caramba, ela canta demais! É uma delicia. Há muito tempo a gente queria dividir um palco, fazer uma coisa junto. Super bom. De primeiro. Lindo! Fico emocionado…

(MARCELO D2, após cantar “Desabafo”)

SAIA JUSTA

8

Que roubada essa, cantar um samba desses, de Alcione, com a Maria Rita!

MARCELO D2, após cantar “Não Deixe o Samba Morrer”

SEMPRE FUI MUITO SOZINHA

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Eu sempre fui muito sobrevivente da minha história. Sempre fui muito independente dentro dessa história que foi perder mãe, ser filha… aquela coisa toda. Eu sempre fui muito sozinha. E isso gera a necessidade de um controle. Onde eu podia ter um controle, eu tinha. De certa forma é um alivio você entender que tem uma força. E viver em paz com o fato de que eu não controlo tudo.

ESSA HISTÓRIA É MINHA

10

Falar de novo, e de novo eu acho que não tem problema. Eu fico tocada e emocionada com a relação de amor que as pessoas tem com a minha mãe. Mesmo. De saudade. De paixão. Só é delicado… porque eu me emociono. No inicio da minha carreira tinha a comparação inevitável, essa saudade, essa necessidade de falar “ela tá começando de onde a Elis parou”, e eu falava “Não! Não to não!” Pelo amor de D’us, gente. Até onde é genético, e a partir de quando cada uma é cada uma? Mas olha aqui, essa história toda aqui é minha. Essas são as minhas conquistas. Minhas vitórias. Meus demônios. Essa história é minha… e ela [Elis] faz parte, lógico!

* Todos os textos foram decupados por Wesley Mesquita e todas as fotos são screenshots do PMR. 

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