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Arquivo | Maria Rita participa do DVD de Fabiana Cozza (2008)

Por Wesley M. | Fotos: Reprodução/Capturadas por Wesley M.

Maria Rita e Fabiana Cozza

Maria Rita coleciona dezenas de participações especiais em trabalhos de outros artistas. Gilberto Gil, Milton Nascimento, Jorge Drexler, Arlindo Cruz, Gog, fora os lives, como Jamie Cullum, Selah Sue e Marcelo Camelo, entre tantos outros. Fabiana Cozza é uma dessas artistas que já dividiu os palcos com a cantora. Maria Rita participa das faixas “Trajetória” e “Malandro Sou Eu” no DVD Quando O Céu Clarear (2008), de Cozza.

“Esse encontro é muito esperado por mim. Sempre disse pra Maria, que eu sempre me senti do time dela – o mesmo futebol, a arte que ela joga. Porque ela é uma desesperada! Esse desespero de cantar, e de se entregar desse jeito. Essa devoção em cima do palco, é a mesma que eu sinto”, falou Cozza na gravação, depois de “Trajetória”.

Particularmente, eu acho um dos feats mais especiais e bonitos, não só porque eu fui na gravação, mas também, porque a voz das duas se casam lindamente. Na gravação, Maria brincou que a “Cozza canta com o útero!”, e que na primeira vez que a viu ao vivo, foi correndo, passando na frente de todo mundo pra falar com ela depois.

“Baixinha que sou, a gente se garante no salto!”, brincou. “Quando ela começou a cantar, eu virei pro meu irmão, João, e falei: O QUE É ISSO?”. Ainda na gravação, realizada no Auditório do Ibirapuera, em SP, ela cantou alguns sambas ao lado de Cozza, e de Happin Hood, que ficaram de fora na edição, como “Alguém Me Avisou”, “Acreditar”, “Sonho Meu”, e encerra com “Samba Pras Moças”.

No facebook do PMR você confere screenshots do DVD, e nós, separamos os áudios, gentilmente cedidos pelo bacanudo Pedro Murta, e abaixo, você confere também as letras da músicas para cantar junto!

TRAJETÓRIA (Arlindo Cruz)

Não perca tempo assim contando história
Pra que forçar tanto a memória
Pra dizer
Que a triste hora do fim se faz notória
E continuar a trajetória
É retroceder

Não há no mundo lei que possa condenar
Alguém que a um outro alguém deixou de amar
Eu já me preparei, parei para pensar
E vi que é bem melhor não perguntar
Por que é que tem que ser assim
Ninguém jamais pôde mudar
Recebe menos quem mais tem pra dar

E agora queira dar licença, que eu já vou
Deixa assim, por favor
Não ligue se acaso o meu pranto rolar, tudo bem
Me deseje só felicidade, vamos manter a amizade
Mas não me queira só por pena
Nem me crie mais problemas

MALANDRO SOU EU (Arlindo Cruz/Franco/Sombrinha)

Cozza:

Por isso eu vou

Eu vou por aí, esse mundo é meu…

Maria Rita:
…E onde quer que eu vá
Em qualquer lugar malandro sou eu

Fabiana Cozza:

– Já entendi!

Segura seu moço que o santo é de barro
Que sarro dei volta no mundo e voltei pra ficar
Eu vim lá do fundo do poço e não posso dar mole
Pra não refundar
Quem marcar bobeira engole poeira
E rasterira até pode levar

Maria Rita:
Malandro que sou eu não vou vacilar
Sou o que sou ninguém vai me mudar
E que tem tentar, vai ter que rebolar sem conseguir
Escorregando daqui e dali
Malandreando eu vi e venci
E no sufoco da vida foi onde aprendi

Malandro!

Por isso eu vou! Vou! Eu vou por aí
Sempre por ai esse mundo é meu
E onde quer que eu vá
Em qualquer lugar malandro sou eu

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