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NIVEA Viva Elis em BH: Viver é melhor que sonhar…

16 de abril de 2012 7 comentários

Por Jéssica Rodrigues (Colaboradora)

Fui apresentada às músicas de Elis por minha avó ainda quando menina e, esta semana, presenciei a maior homenagem feita à maior cantora que nosso país já teve e arrisco dizer, que terá. Sempre tive apego às canções e interpretações de Elis. Acho que muito pelas memórias que me trazem. Hoje, após o que (ou)vi, percebo que fora simples egoísmo meu. Quanto mais difundida uma arte de forma pura e honesta, mais bonita ela se torna.

Fui para ver Maria Rita cantar pura e simplesmente em homenagem à mãe, e fui surpreendida por algo muito maior. Vi um céu azul e limpo – num dia previsto de chuva, vi o horizonte mais bonito do alto da montanha, vi cerca de 30 pessoas esperarem por 7 horas sussurrando incansavelmente as canções, vi mais de 9 mil unidas por uma só voz e vi uma pessoa linda, serena, iluminada, segura e em paz em cima do palco. Uma princesa angelical com olhos d’água. Um ser em sua plenitude, o que faz tudo soar natural e sincero.

Os olhos da cantora e do público voltados para o céu tornam o show um misto de música, prece e gratidão.

A frase de Elis logo na primeira música – ” Precisamos cantar o que é nosso!” soa como um grito de guerra, uma convocação em defesa de sua obra e memória. Todos aceitam! As armas? Bolinhas de sabão que carregam toda energia positiva, fé, força e memórias sopradas levemente por cada um para a cantora como forma de ampara-lá nessa difícil missão e depois tomam o céu ecoando a música e embelezando ainda mais o espetáculo com o colorido de seus reflexos. Nada mais simples e puro. Se é uma emoção imensurável para nós espectadores, imaginem para a filha que, assim como muitos de nós, conheceu sua mãe por entrevistas, histórias e principalmente pela música. Elo que une Maria Rita à Elis e nos une às duas.

A platéia se divide ao longo do show em participar ativamente, cantando, vibrando e empolgando e em outros momentos, a serem meros espectadores, silenciando para contemplar as obras como sinal de devoção, tamanha a genialidade e emoção. Algumas vezes ouvi minha avó dizer que esse mundo era pequeno demais para Elis. Hoje entendo. Elis transcende gerações, lugares, ocasiões. Elis está nos céus, na casa, na memória e no coração de todo brasileiro. Seu 1,50m era apenas disfarce para a sua grandeza.

Os pais desejam tantas coisas aos filhos… Elis foi tão singela e objetiva ao desejar que Maria Rita fosse leve. Algo tão abstrato. Mas Elis, inteligente como sempre, sabia o que estava dizendo e fomos testemunhas ao vivo disto – a leveza de sua filha naquele palco é algo inexplicável. Singelo. E valeu muito mais que tantas outras coisas que desejamos. É Elis… O quanto você ainda tem para nos ensinar!

Digo, sem resquícios de dúvidas, que este foi não só o melhor show que (vi)vi, mas o que – de fato – me transformou de alguma maneira. E posso dizer que transformou à Maria Rita, assim como todos àqueles que estavam presentes. Impossível sair sem a sensação plena de felicidade por ter presenciado, ao menos 1 vez na vida, algo indescritível a ser contado aos filhos naquele almoço de domingo com a família, ou numa simples tarde com os netos.

Obrigada Elis pela genialidade e sensibilidade da obra! Obrigada Maria Rita pela sinceridade e generosidade de compartilhar este momento!

Quando as estradas se encontram, o caminho fica mais bonito.

Ame o passado, mas nunca esqueça de abrir os olhos para presenciar o novo!

Jéssica Rodrigues  @_jerodrigues
25 anos

NIVEA Viva Elis: Novidades de BH e Recife

31 de março de 2012 6 comentários

Convidamos vocês a assistirem com a gente e comentar via twitter tweetando sempre “Maria Rita #NIVEAVivaElis”!

NIVEA VIVA ELIS EM BH:

Fonte: NIVEA Brasil

O evento continua sendo gratuito, porém será necessária a retirada prévia de convite.  A partir de 02/04, 10 mil convites estarão disponíveis para o público em 3 pontos de retirada na cidade. Lembrando que essa mecânica é válida apenas para o show de BH.

Importante: Serão distribuídos até 2 unidades de convites por RG (indispensável a apresentação do mesmo na hora de retirada).

Pontos de retirada:

  •   Bilheteria do Parque das Mangabeiras – Estacionamento Sul

Horário de distribuição: de seg. a sábado, das 9h às 17h.

  •   Posto de Informação Turística- Mercado das Flores

Av. Afonso Pena, 1.055 – Centro

Horário de distribuição: de seg. a sexta, das 9h às 17h.

  •  Posto de Informação Turística – Mercado Central

Av. Augusto de Lima, 744- Centro

 Horário de distribuição: de seg. a sexta, das 9h às 16h.

Em caso de dúvidas, por favor, contate o Parque das Mangabeiras, no telefone (31) 3277-8277.

Saiba como foram os shows em Campinas e BH

5 de junho de 2011 1 comentário

Sexta, dia 03 de Junho, Maria Rita se apresentou em Campinas, na Excalibur. Veja fotos de Grazy Santiago no flickr:

Vídeo: Marina Nahas

E no sábado, dia 04, a cantora lotou o Chevrolet Hall, em Belo Horizonte. Agora é torcer pra chegar logo o próximo show, no XIII FICA, em Goiás. Veja agenda completa.

Assista aqui a chamada do show na 2ª edição do Leitura Dinâmica (Rede TV) no dia 04.

“Olha se não parece o tema do @PortalMR!” via @VINIz

 < Veja mais fotos aqui | Vídeo de “Só de Você”, “Pagu”, “O que é o Amor”

Tô chegando: Primeiro lote de show em BH esgotado

https://i2.wp.com/www.caras.com.br/imagens/88089/20090622160832_88089_large_maria-rita-se-apresentou-no-conrad-punta-del-este-resort-casino.jpg

Fonte: Chevrolet Hall

O show que Maria Rita traz ao Chevrolet Hall tem a canção como foco e a voz como mais um instrumento em cima do palco. As músicas escolhidas vêem dos seus três trabalhos, assim como de projetos de amigos dos quais participou. Acompanhada de um trio composto de piano, baixo e bateria, Maria Rita vai apresentar canções inéditas e algumas que canta porque, segundo diz, “gosto de cantar, me emocionam”.

Essencialmente este é um show sem a menor pretensão de se projetar ou solidificar em um CD ou DVD. É, como ela explica ao público presente, “um show só nosso.” Possui um roteiro que diverte, emociona, mata saudades e explora novas possibilidades.

Saiba mais informações | Conheça melhor o show

BH: Intimismo e explosão nas várias facetas de Maria Rita

(Fonte: Jornal Pampulha / Maio 2011)

Divulgação

Uma Maria Rita “mais explosiva, inquieta, quase raivosa e impaciente” chega a Belo Horizonte, no próximo sábado (4), para um show diferente dos anteriores. Os adjetivos, escolhidos pela própria cantora para definir sua fase atual, representam um momento de liberdade artística.

No palco, além de reunir sucessos dos seus três trabalhos, e não apenas do seu último disco, “Samba Meu”, lançado em 2007, a cantora de 34 anos decidiu apresentar canções que, segundo ela, gosta e lhe emocionam. “Escolhi canções que há muito não cantava, que tinha saudades. Canções que canto pela casa, mas que não cabiam em ‘turnê de disco’. Canções que sei que o público gosta de cantar”, afirma.

Para os menos atentos, o show pode soar como despretensioso. Maria Rita explica que apenas está vivenciando uma fase de desprendimento. “Levo o palco muito a sério. Mas é mais livre, não compromissado com momento nenhum, hit nenhum, sonoridade nenhuma. É, portanto, mais íntimo”, diz.

Questionada sobre a intenção de registrar o show em CD e DVD, ela mantém a objetividade. “Não, eu realmente não tenho”.

Entre algumas das músicas escolhidas para o repertório estão “Coração em Desalinho”, tema de abertura da novela “Insensato Coração”, “Só de Você”, “O que É o Amor”,  “Conceição dos Coqueiros” e “Encontros e Despedidas”. Algumas faixas de “Samba Meu” também estarão no roteiro.

Facetas e Elis
Desde seu primeiro disco, lançado em setembro de 2003, Maria Rita acumulou algumas facetas. Além dos papéis de cantora premiada e mãe de um menino de 5 anos, o título de madrinha de bateria da escola de samba Vai-Vai passou a integrar seu currículo no último mês de março. O lugar de mulher sensual também foi reafirmado em um ensaio para uma revista masculina.
Mas talvez um de seus grandes rótulos seja mesmo o de filha de uma das maiores cantoras do mundo. No entanto, depois de oito anos de comparações com Elis Regina, e muitas delas não tão bem-vindas, a filha agora se rende a um projeto em homenagem à mãe.

Com o nome de “Redescobrir Elis”, cinco shows serão apresentados com um repertório totalmente dedicado a cantora. Os espetáculos, que estão programados para 2012 e serão gratuitos, deverão passar por Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Porto Alegre.
O projeto ainda vai contar com uma exposição, um site-espelho da obra, um livro e um documentário, a um custo estimado em R$ 5,8 milhões, viabilizados por meio da Lei Rouanet.

Nota do @PortalMR: Vale lembrar que este show não foi confirmado, mas que existe sim o projeto “Redesobrir Elis”

Projetos e novos sons
Em julho, Maria Rita se apresenta no Montreux Jazz Festival, na Suíça, no qual Elis Regina fez uma antológica apresentação em 1979. Mais uma vez fugindo das comparações, ela explica que não cria expectativas. “Já estive lá há alguns anos e foi muito emocionante para mim. Assim como passou Elis, passou também uma quantidade de gente importante. Mas não crio expectativa. Ao fazê-lo, o tombo é garantido”, afirma.

Entre os músicos que lhe chamam atenção no momento, estão Melody Gardot e Adele, duas jovens cantoras que chegam ao sucesso com trabalhos ancorados no jazz e no pop. Maria Rita ainda sinaliza uma possível passagem por outros gêneros. “Sou muito inquieta, ouço de tudo. Tenho projetos paralelos em mente, mas aguardo o momento ideal”, conta.

Maria Rita
Chevrolet Hall (av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, 2191-5700). 4 de junho (sábado), às 21h. R$ 120 (cadeiras numeradas, 1º lote, inteira). R$ 80 (pista, arquibancada, 1º lote, inteira).