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“Elo” é platina no Brasil

7 de setembro de 2012 1 comentário

Fonte: Associação Brasileira dos Produtores de Disco

Elo (Warner – 2011) é platina no Brasil! No twitter, Maria Rita comemorou: “Somos mais de 100.000 corações batucando? É demais presse corpinho 3.5, gente… Obrigada pela confiança de vocês, pelo carinho e dedicação!”.

Depois, ela soltou “Errata: atualmente, a ABPD determina platina a partir de 80.000 unidades vendidas. Desculpe a minha falha. Voltamos à programação normal.” HAHAHA! Tem problema não, Maria Rita, como disse a @GabyGianoti: “Pra quem tem mais de 600.000 seguidores 20 mil é a margem de erro!!”

E você conta pra gente, qual sua música favorita do disco?

Começou! Primeira fase Prêmio Multishow 2012

16 de abril de 2012 6 comentários

CLIQUE AQUI E INDIQUE AGORA MESMO!

Com a palavra: @MRoficial

27 de março de 2012 7 comentários

“Estou me repetindo por aqui… Então, olha só: 1. Datas do#NiveaVivaElis estão no meu site oficial (www.maria-rita.com); 2. A tour do “Elo” acabou em Dez2011; 3. Não, eu ainda não faço idéia de qual será “meu próximo projeto”. Acabei de montar o show mais difícil da minha vida, o qual só apresentei uma única vez. Não estou com um pingo de inspiração prum próximo, sabecumé? 4. O show de Recife será transmitido na internet!!! 5. Não sei ainda se farei DVD desse show… É muito complexo para mim. O objetivo desse show é relembrar/despertar a Elis, não vejo muito porque fazeras minhas versões sendo que as delas estão aí para todos – e, cá entre nós, são geniais e ÚNICAS! As melhores versões, são dela. E já me perdi nos pontos: não sei se estou no 6 ou 7! Hahahaha… Falei pracaramba… É isso. Espero ter ajudado…”

– via Twitter 26/03/12.

Hoje é dia de assistir Maria! VEM!

29 de novembro de 2011 1 comentário

Nesta terça-feira, a partir das 21h, a prefeitura de Ponta Grossa vai transmitir o show da cantora Maria Rita na 22ª München, que será dentro do pavilhão.

Para acessar ao portal clique aqui.

Vídeos da apresentação em Mountreux | FFJM © 2011

21 de novembro de 2011 Deixe um comentário

Live at Auditorium Stravinski – Maria Rita is a Brazilian singer, daughter of famed pianist/arranger César Camargo Mariano and the late singer legend Elis Regina. Her first CD, Maria Rita, launched her career symbolically, with the single A Festa being written by Milton Nascimento, a singer-songwriter whose career was launched by Maria Rita’s mother. The CD went platinum and was a hit worldwide, making her an international star. In 2004, She won the Latin Grammy Awards for Best New Artist and in 2008, the one for Best Samba Album with Samba Meu. Fonte: Site oficial FFJM © 2011

+ Assista também: Caminho das Águas MP3: Só de Você / Caminho das Águas

by Wesley M. Santos Agradecimentos: Jéssica Rodrigues

Maria Rita diz que produziu seu mais recente CD, ‘Elo’, entre o palco e o estúdio

20 de novembro de 2011 Deixe um comentário

Fonte: SARAIVA

Por Diego Muniz
Poucas cantoras têm o poder de movimentar o mercado fonográfico e chamar a atenção da imprensa quando lançam um trabalho. Maria Rita se encaixa bem nesta seleta turma. A intérprete, que acabou de colocar na praça o álbum Elo (Warner), dividiu a opinião ao produzir pessoalmente o CD.
Entre músicas conhecidas e canções inéditas, Maria Rita volta ao lado mais intimista e sem esquecer o samba. Em entrevista exclusiva para o SaraivaConteúdo, ela revela que não queria entrar no estúdio para gravar um novo projeto, porque decidiu assinar a direção do trabalho e como faz para correr atrás do tempo que morou fora do país.
Como foi produzir o seu CD?
Maria Rita. Sempre me envolvo intensamente nos meus discos, tanto que sou coprodutora de todos eles. Esse, especificamente, não foi nenhum bicho de sete cabeças, uma vez que foi um disco que migrou do show, que, por sua vez, foi dirigido por mim – assim como todos os outros. Foi muito fácil, simples. Já estava pronto.
Como produtora, o que você pensou para o disco? Como cantora, quais foram suas preocupações e ideias?
MR. Tendo em vista que o disco veio de um show que já estava pronto, não teve uma concepção, um desenhar de ideias, um estudo de sonoridade. Já estava pronto no palco, só entrei em estúdio e registrei tudo como é ali em cima (no palco).
Você precisou separar a cantora da produtora para criar o CD?
MR. Esse distanciamento foi necessário, principalmente porque a pressão que damos em cima de um palco é radicalmente diferente da que se dá em estúdio. Sou uma cantora de muita dinâmica, com momentos explosivos e intimistas ao extremo. Tal dinâmica nem sempre foi fácil de transpor para o estúdio, para a captação. Essa limitação foi o desafio maior, e achar o equilíbrio perfeito, que desse a real noção do que era feito no palco, como produtora, só foi possível afastando a cantora e o apego da cantora ao palco.
Por que voltar para uma sonoridade mais intimista?
MR. Porque foi o que decidi enquanto cantora pro show que gerou o disco depois desses ano-e-meio. O Samba Meu era “barulhento” e “exibido”. Não queria uma superprodução. Queria cantar. Não queria entrar em estúdio e gravar um novo disco, mas também não queria sair do palco. O intimista permite a voz como o quarto instrumento em cima do palco, e era exatamente isso que eu estava procurando àquela altura.
Quais os tipos de cuidados e como você faz para personalizar músicas conhecidas como História de Lily Braun, Menino do Rio e Nem um dia, presentes neste trabalho?
MR. Eu não estudo a história de uma música quando decido cantá-la ou gravá-la. Ela faz parte de mim por qualquer que seja o motivo. Conforme vou cantando – nos ensaios, no chuveiro, em casa, no carro – ela vai se transformando, vai entrando em mim até que eu sinta que ficou o mais natural possível. Mas, inicialmente, ela já me pertence, pertence à minha historia. Há outra coisa: geralmente, quando ouço a canção, eu já percebo as intenções dela, já escuto o arranjo pronto, me vem tudo na cabeça – e isso também tem a ver com a coisa de ela me pertencer antes de mais nada.
Como intérprete, qual diferença você sente entre gravar músicas pouco conhecidas como “Conceição dos Coqueiros” (Lula Queiroga), “Santana” (Junio Barreto) e “Pra Matar meu Coração” (Pedro Baby/Daniel Jobim) e clássicos de Caetano, Chico Buarque e Djavan?
MR. Não sinto muita diferença enquanto intérprete. Mas tenho a consciência de que os grandes clássicos são mais difíceis por terem suas histórias no imaginário das pessoas.
Você morou um tempo fora do Brasil. Como cantora, o que você faz para recuperar o tempo e conhecer melhor a música nacional?
MR. Busco conhecer as coisas que rolaram por aqui e que eu perdi, como Chico Science, por exemplo. Gente importante, que fez diferença, que acrescentou e que eu não conheci, não ouvi, não participei. Mas não faço disso uma bandeira, não. Aceito que não deixa de ser uma coisa positiva não ter tanto conhecimento assim. Saber demais poda o raciocínio, o orgânico.
O Elo foi gravado em 10 dias, um prazo até curto quando se fala em estúdio. Como você conseguiu gravar um disco nesse prazo?
MR. Porque a turnê já vinha rodando há um ano e meio, e esse disco nada mais é do que o registro das canções ainda não registradas que foram apresentadas no show.
Qual o ‘elo’ que une as músicas desse novo trabalho?
MR. O elo não está nas canções, mas sim na história que se desenrolou na estrada com esse show, que era pra ser uma coisa pequena, de curta temporada em SP, e acabou crescendo e viajando o país, para minha completa surpresa. O elo é com a confiança em mim depositada pelo publico, que possibilitou essa estrada.
Quatro anos sem entrar no estúdio foram importantes para quê?
MR. Não sei se entendi bem sua pergunta, mas eu não sou uma artista que precisa de produto na praça… Minha relação é com a arte, com a Música, e não com os números de mercado. Minha paixão é o palco, é o cantar. Esse é o meu lugar no mundo. Talvez esses quatro anos sem estúdio tenham sido mais importantes para quem me acompanha – positiva ou negativamente – do que para mim mesma.
Qual é sua relação com os compositores que você gravou?
MR. Eles são os gênios – eu, a mensageira, rs… São pessoas generosas demais em terem me emprestado suas criações para realizar a minha maluquice. Alguns não conheço muito, outros admiro de longe, de alguns ganhei a amizade. Sou muito tímida, pedir para um compositor para gravar alguma canção dele é um sofrimento para mim. Mas enfim – em frente sempre, né?
Como chegam as músicas até você e o que te faz gravá-las?
MR. Recebo canções de tudo quanto é lugar do país. Sempre tem alguém me entregando suas obras. Ou chega através das editoras, quando se torna sabido que estou em estúdio. É muito gratificante perceber que o compositor confia em mim, ou acredita em mim – aceita ter sua obra na minha voz. Gravo a canção que me toca, seja qual for o motivo. Vale uma letra incrível, vale uma melodia singela, vale uma sensação honesta. Fazer uma interpretação implica, para mim, entender aquela canção.
Seu quarto álbum saiu como você imaginou?
MR. Quando montei o show, eu não tinha a menor intenção de que virasse um disco ou um DVD, nada do gênero. Portanto, o álbum não saiu exatamente como eu imaginava que meu quarto álbum seria, se considerarmos que esse disco só existe graças aos pedidos do público, que queria o registro das canções inéditas. Mas não posso negar o absoluto orgulho que tenho do processo de gravação, das coisas que aprendi com esse disco. E a alegria que me dá ao ver que o publico entendeu tudo isso, que está curtindo o disco, que histórias estão sendo escritas e contadas por causa desse registro. Como costumo dizer, é realmente a sensação da missão cumprida – e, nesse caso, com o inesperado como cerejinha do bolo.

Terra: Maria Rita se apresentou no Sonora Live

29 de outubro de 2011 Deixe um comentário

Maria Rita foi a convidada do Sonora Live desta sexta-feira (28). Ela cantou seus maiores sucessos e bateu um papo descontraído com Lorena Calábria e fãs, que assistiram a sua apresentação no estúdio e internautas que enviaram suas perguntas pelo site ou Twitter.

Assista:

Entrevistas / Pergunta da fã Camila

Tá Perdoado / Maria do Socorro

Cara Valente

Coração a Batucar

Pra Matar Meu Coração

Encontros e Despedidas

Coração em Desalinho

Santana

Foto: Edson Lopes Jr./Terra

Dentre o repertório, Maria Rita apresentou músicas do álbum Samba Meu (2007), algumas mais antigas, como Cara Valente, de Marcelo Camelo e Encontro e Despedidas, de Milton Nascimento e a nova música de trabalho Coração Abatucá, composição de Davi Moraes e Para Matar meu Coração, ambas do novo CD Elo.

A cantora ficou em turnê com Samba Meu por dois anos e meio. Ao sentir que tinha que parar, Maria Rita afirmou que chorou muito. “Senti uma angustia enorme, não queria encerrar, mas teve a necessidade, até por exigência dos contratantes, que estavam em busca de algo novo. Mas foi bem difícil”, diz. “Rodamos o Brasil todo com a turnê, fizemos shows internacionais, inclusive no Japão. E graças ao Samba Meu, acabei indo a lugares que não conhecia”.

Quando aceitou a ideia de encerrar a turnê, Maria Rita decidiu tirar no mínimo seis meses de férias, mas não durou todo esse tempo: “não aguentei e resolvi fazer outros shows, menores, com outros tipos de músicas. Mas não fiquei parada”.

Maria Rita afirmou que foi a primeira intérprete de uma música de Marcelo Camelo. Cara Valente só não entrou no álbum do cantor por que já tinha Cara Estranho. “Então para não ficar repetido ‘o cara’, ganhei a música”, diz, relembrando também, orgulhosa, que foi a escolhida por Milton Nascimento para interpretar a canção Encontros e Despedidas.

Influências e carreira

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Fotos: Portal Maria Rita / M Vitória DiBonesso (Ver galeria completa)

A filha de Elis Regina disse que suas influências musicais vêm desde a década de 1970, principalmente da música negra americana. Maria Rita citou Jackson Five, Michael Jackson e Stevie Wonder como três de seus inspiradores.

Lorena Calábria lembrou que durante esses dez anos de carreira da cantora, ela demonstra que perdeu a timidez e mudou o visual: “você abandonou a rasteirinha e agora sobiu no salto”, brincou.

Questionada pela apresentadora se tem vontade de compor, Maria Rita afirmou que não se sente preparada: “ainda não tenho essa vontade. É um desafio. Uma amiga me disse que tinha uma melodia pronta e me ofereceu colocar a letra, falei para ela desistir porque não estou pronta para compor. Mas é uma cobrança muito grande”.

Um internauta perguntou quais mudanças a cantora sentiu interiormente desde o início da carreira até hoje. Maria Rita respondeu que está mais madura: “aprendi a lidar com minha insegurança e me solto mais no palco. Antes só pensava em ter mais responsabilidade, me apresentar corretamente. Mas hoje me solto, me divirto. Passei a ver a emoção das pessoas em relação a minha música”, concluiu.

A cantora se prepara para realizar um show em homenagem a sua mãe, mas que o tributo só deve acontecer em 2013: “tenho que me preparar para isso acontecer, mas não como cantora, e sim como filha. É um assunto que mexe com as minhas emoções”.

Maria Rita encerrou sua participação no Sonora Live com a música Coração em Desalinho, tema da abertura da novela Insensato Coração.